Crítico musical Hagamenon Brito questionou a demora da ministra da Cultura em se manifestar sobre a morte do cantor baiano e levantou a hipótese de divergências políticas influenciarem a situação.

O jornalista e crítico musical Hagamenon Brito criticou a ministra da Cultura, Margareth Menezes, pela demora em publicar uma homenagem ao cantor baiano Netinho, cuja morte foi noticiada na terça-feira (13), aos 60 anos.

Em uma publicação no Instagram nesta quarta-feira (14), Hagamenon questionou a ausência de uma manifestação imediata da ministra e levantou a possibilidade de o posicionamento político do artista ter influenciado a demora. Netinho era conhecido por declarar apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ao comentar a situação, o jornalista classificou a postura como “coisa feia e inculta”, em uma crítica direcionada à ministra.

Posicionamento político entrou no debate

A repercussão também trouxe à tona a relação entre a atuação pública de artistas e suas posições políticas. O apoio de Netinho a Bolsonaro já havia sido tema de discussões nas redes sociais e voltou a ser mencionado após a notícia de sua morte.

A crítica de Hagamenon, no entanto, representa a avaliação do jornalista. Não há, nas informações apresentadas, confirmação de que a demora na homenagem tenha ocorrido por razões políticas.

Morte do cantor repercute na Bahia

A morte de Netinho provocou manifestações e repercussão entre fãs, artistas e personalidades ligadas à música baiana. O cantor construiu sua trajetória artística associada ao axé music e ficou conhecido nacionalmente por sua participação na cena musical da Bahia.

A discussão sobre a manifestação da ministra ampliou a repercussão do caso nas redes sociais, dividindo opiniões sobre o papel das autoridades culturais diante da morte de artistas com diferentes posicionamentos políticos.

Fonte: BNews.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *