A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quarta-feira (22) um pedido de habeas corpus apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Com a decisão, fica mantida a prisão domiciliar do ex-chefe do Executivo, que cumpre pena de 27 anos e três meses. O pedido buscava reverter a medida, permitindo que Bolsonaro deixasse o regime domiciliar.

Bolsonaro foi condenado por liderar uma tentativa de ruptura institucional, em um processo que tramitou nas instâncias superiores da Justiça. A prisão domiciliar foi determinada anteriormente como forma de cumprimento da pena por tempo determinado.

A defesa do ex-presidente ainda pode recorrer da decisão dentro do próprio Supremo Tribunal Federal, buscando reverter o entendimento da relatora.

O caso segue repercutindo no cenário político nacional e deve continuar sendo acompanhado de perto nos próximos desdobramentos judiciais.

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