A influenciadora Kerolay Chaves, de 24 anos, chamou atenção ao revelar que inclui em sua rotina um shake à base de grilos para manter o corpo sem recorrer a procedimentos estéticos. A declaração gerou repercussão nas redes sociais e trouxe à tona discussões sobre novas fontes de proteína e hábitos alimentares alternativos.

Segundo a Miss Bumbum, a escolha pela bebida incomum surgiu após uma busca por formas mais naturais de cuidar do corpo. “Pode parecer estranho, mas faz sentido dentro da minha rotina”, afirmou. Kerolay explicou que começou a pesquisar fontes alternativas de proteína e encontrou conteúdos sobre o uso de insetos na alimentação.A influenciadora destacou que o valor nutricional foi determinante para a decisão. De acordo com ela, a alta concentração de proteínas presentes nos grilos a incentivou a testar o produto. “Quando vi a quantidade de proteína e percebi que fazia sentido dentro do que eu estava buscando, decidi experimentar”, relatou.

Repercussão nas redes sociaisA revelação rapidamente gerou curiosidade e reações diversas entre os seguidores. Kerolay afirmou que muitas pessoas se surpreendem ao saber do hábito, mas acabam demonstrando interesse em entender melhor. “Algumas fazem cara de nojo, mas depois querem saber como funciona”, disse.

Apesar do estranhamento inicial, ela garante que o consumo se tornou parte habitual de sua alimentação. “No começo é diferente, mas depois você se acostuma e entende que é funcional”, completou.

Proteína alternativa em debateO uso de insetos como fonte de proteína tem sido estudado por especialistas e apontado como uma alternativa nutricional relevante. A farinha de grilo, por exemplo, reúne todos os aminoácidos essenciais e apresenta alta digestibilidade, características comparáveis às proteínas de origem animal.Além disso, esse tipo de alimento também é considerado uma opção sustentável, já que a produção de insetos demanda menos recursos naturais, como água e terra, e gera menor impacto ambiental.Desafios no BrasilApesar do potencial, o consumo de insetos ainda enfrenta resistência cultural no Brasil. Outro entrave importante é a ausência de regulamentação específica para o uso desse tipo de produto na alimentação humana em larga escala.

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